WATCHMEN: “NÃO SE ESCONDE DA CONTROVÉRSIA E NUNCA TOMA O CAMINHO MAIS FÁCIL”

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Bradley J. Birzer publicou livros sobre Russel Kirk [Russell Kirk: American Conservative] e J.R.R. Tolkien [J.R.R. Tolkien’s Sanctifying Myth: Understanding Middle-Earth]. Mas também chamou Zack Snyder de “um dos nossos maiores diretores de cinema vivos, e um um homem de insuperável genialidade cinematográfica”. Foi nesse artigo para o The Imaginative Conservative sobre Watchmen, o gibi e o filme.

Antes de defender o filme, Birzer fala sobre o gibi: “não é uma história sobre o bem vs. o mal, mas uma história de o bem vs. a apatia, sobre ser vs. aniquilação. Lida não com o superficial, mas com as coisas que mais importam no mundo. É uma história de fracassos, sucessos, tragédias, e sobre a condição humana. Nunca se esconde da controvérsia e não toma o caminho mais fácil”.

[foto de Gage Skidmore]
Ao falar sobre o filme de Snyder, pelo menos, Birzer reconhece que a versão do cinema [em comparação com a versão definitiva] tem os seus problemas: os 56 minutos adicionais fazem toda a diferença do mundo, e coisas que parecem confusas para o espectador normal ficam repletas e profundas na versão definitiva”. [QUADRINHOS]

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