ROBERT CRUMB: “REFLETIU UM IMPORTANTE DESENVOLVIMENTO DO MUNDO DAS BELAS ARTES”

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R. S. Martin, no seu próprio blogue, dividiu  trabalho de Robert Crumb em fases. Foi em uma versão revisada de um artigo originalmente publicado no [atualmente desativado] Hooded Utilitarian. O objetivo era “destilar a obra do artista em algo manejável para o público em potencial”.

São seis fases: a iniciante [até 1966], contracultura inicial, contracultura final, pós-contracultura, Weirdo e ilustração. O mais importante, conforme Martin, é o contracultura inicial: “é quando Crumb introduziu o pensamento dos Beats (e dos seus antecessores surrealistas) aos quadrinhos”.


Também é uma fase que “conceitualmente, reflete um importante desenvolvimento do mundo das belas artes. É a “síntese entre o imaginário e estilo da cultura popular” com “o a intensidade existencial do expressionismo abstrato. A figura chave no mundo da pintura era Philip Guston, um antigo pintor abstrato expressionista que usava cartuns de ciclopes e klansmen para dramatizar sensações de dúvida, ansiedade e autodesprezo”. [QUADRINHOS]

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