JIM SHOOTER E STEVE ENGLEHART, GARY GROTH E SEAN HOWE

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O historiador R. S. Martin abriu uma série de postagens, no seu próprio blogue, sobre a fase de Jim Shooter como editor da Marvel. O objetivo é esclarecer as diferenças que ele teve com roteiristas e desenhistas e roteiristas no período -- e mostrar como Sean Howe [de Marvel Comics: A História Secreta] e Gary Groth [o eterno editor do Comics Journal] só dão barrigada sobre o assunto. O primeiro post é para Steve Englehart.

Martin trata de duas críticas que Shooter recebeu no seu trato com Englehart. A primeira veio de Groth, que diz que Englehart é um dos criadores que “foram saídos” da Marvel pelo editor -- sem referir que “Englehart estava trabalhando na Marvel na época em que Shooter foi demitido”, “muito menos que ele publicou regularmente novos trabalhos pela Marvel nos quatro anos anteriores”.

CLIMÃO.
[Foto de Alan Light]
A segunda é de Howe: uma reclamação injusta de Shooter a Englehart sobre um inexistente problema de cronologia em um de seus roteiros para Super-Villain Team-Up #8 teria ajudado a tornar a editora um “ambiente tóxico”. 

Um clássico moderno.
Nela, Howe “erroneamente retrata a disputa como se tivesse acontecido apenas com Shooter. Na versão de Englehart, parte de um ataque mais amplo a Gerry Conway, ele diz que esse problema específico foi com Conway e Shooter, ainda que não seja claro se Shooter falou com ele diretamente sobre o assunto. Conway, em sua resposta, descreve a disputa como sendo apenas entre ele mesmo e Englehart”. [QUADRINHOS]

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