O CAVALEIRO DAS TREVAS 2, DE FRANK MILLER: “PIOR QUE O CAVALEIRO DAS TREVAS, MAS TÃO ESTRANHO QUANTO”

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Barry Thompson, da Paste Magazine, se deu uma missão: defender O Cavaleiro das Trevas 2, de Frank Miller. A abordagem: não julgá-lo como “o herdeiro de O Cavaleiro das Trevas”, mas como se ele tivesse sido “lançado como uma história não-canônica, auto-contida” – algo com um pé na sátira: “Justice League: The Electric Elseworld, ou The Brave, The Bold, and The Badass, ou Joel Schumacher’s Batnipples, Ahoy!”.

Visto desse jeito, DKII é “uma piada falhada, e não uma quase blasfêmia”: “é berrante e excessivamente estilizado, não por preguiça, mas como resultado de uma escolha deliberada e calculada por ser berrante e excessivamente estilizado; uma forma completamente apropriada de executar o roteiro”; “é como se uma criança de 7 anos acordasse com o corpo e a consciência sobre a mídia de massa de um quadrinista de 50 anos”.



A pesar da caracterização medíocre de alguns personagens [Super-Homem, Lex Luthor, Mulher Maravilha e Dick Grayson, conforme Thompson], Miller acerta com os “menos conhecidos”, que são tratados com “reverência e imaginação”: Átomo, Questão [“um teórico da conspiração paranoico que resulta ter razão”], Arqueiro Verde, Shazam e Lanterna Verde [“aparece como um deus ex machina mais do que como um personagem, mas, cara, que deus ex machina”]. [QUADRINHOS]

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