KILLING AND DYING, DE ADRIAN TOMINE, POR CHRIS WARE: “MAIS VIDA HUMANA REAL E VERDADEIRA EM 22 PÁGINAS DO QUE LIVROS EM 200”

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Uma coisa certamente pode ser dita sobre Adrian Tomine: ele tem amigos. Chris Ware [Building Stories], por exemplo, foi lá e escreveu uma resenha positiva de Killing and Dying no The Guardian: “o melhor trabalho do cartunista”, com a sua “visão profundamente empática da vida adulta”.

Não é a única parte elogiosa da resenha: “não é uma coleção apressada de histórias curtas, reunidas só porque estão prontas; é a obra mais madura e afiada da carreira de Tomine”; “Tomine sutilmente desenvolve conceitos e abordagens específicas paras suas tramas, equilibrando a simplificação facial, uma qualidade básica do cartum, informação no cenário e cor, uma sobre as outras para se adequar ao timbre de cada história”.



A grande parte dos elogios vai pra conta dos “bons sentimentos”: “Tomine sempre tenta encontrar o lado bom das pessoas”; “coloca mais vida humana real e verdadeira em 22 páginas do que muitos escritores em 200”. [QUADRINHOS]

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