KILLING AND DYING, DE ADRIAN TOMINE: DEU RUIM?

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No Hooded Utilitarian, Ng Suat Tong resenhou Killing and Dying, o novo gibi de Adrian Tomine. Das diversas resenhas da hq que apareceram na Internet, essa é a primeira que aparece aqui. Também é a mais negativa.

Tong disse que o gibi é “seco e não efetivo”, “desprovido de emoção” e de “um formalismo enervante”. De Tomine, disse que “não fez nenhum gibi significativo em anos” e que, aparentemente, é “incapaz de habitar e recriar a vida de mulheres”.

Deu ruim?
Os elogios ficam com “Translated from the Japanese”, uma das histórias que formam a hq [que é uma coletânea de histórias curtas], e com a proposta: “Killing and Dying parece tanto um reconhecimento de sua própria idade como uma tentativa de sair da rotina”; rotina que era formada por “discussões culturais que revelam inseguranças profundas; jovens pessoas se misturando e se tocando em diversas jantas, quartos e bares”. [QUADRINHOS]

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