MOEBIUS: “SEMPRE EXISTE UM DESEJO DE ROMPER COM AS REGRAS E SER UM POUCO DELINQUENTE”

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Robert Pranzatelli escreveu um artigo sobre Moebius na tradicional revista literária The Paris Review. Tem comentários rápidos sobre Garagem Hermética, Blueberry, Os Mundos de Edena, Arzach e sobre a exposição Moebius-Transe-Forme [em 2010, na Fundação Cartier, em Paris].É evidentemente escrito em termos superlativos [é justo: até o mais ranzinza entre vocês deve gostar de Moebius], mas não é desprovido de insights valiosos.

Amigo ranzinza: olha isso.

Para ficar no mais genérico: Pranzatelli diz que os gibis do Moebius são caracterizados por “traços virtuosos, experimentação contínua, mudanças radicais de estilo”. Forma um “buquê que inclui o sinistro, o erótico, o lunático, o intelectual, o indecente, o mordaz”. Uma obra “que não foi cuidadosamente organizada, mas é um jardim bem cuidado de delícias civilizadas”, com “personagens que existem e mudam de forma abrupta, conforme as vontades flutuantes do seu autor, um aspecto do seu trabalho que se tornou a premissa central, de uma forma muito engraçada”.  [QUADRINHOS]

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