ADRIAN TOMINE: “EU ESTAVA CONECTADO AO MUNDO DOS SUPER-HERÓIS”

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Abraham Riesman, do The Vulture, foi à casa/estúdio de Adrian Tomine, no Brooklyn, para entrevistá-lo. É que tem um gibi novo de Tomine no mundo: Killing and Dying, coletânea de histórias curtas, a primeira dele desde 2007 [quando lançou Shortcomings].

A entrevista passa por diversos temas, e Tomine acaba comentando a sua relação com os quadrinistas alternativos, com o mangá e com os gibis de super-heróis. Os primeiros [especificamente Love and Rockets, Daniel Clowes e Charles Burns] foram o que fizeram ele começar a desenhar. 

A capa.

A relação com o mangá vem, principalmente, do seu “background”: “tenho parentes que iam para o Japão e traziam coisas que eles compravam nos aeroportos ou algo assim. Ultraman, Speed Racer, coisas do tipo. Mas não acho que tenha havido um período no qual eu fui um conhecedor de mangás. Quando eu trabalhei com as coisas do [Yoshihiro] Tatsumi, aprendi um pouco”.

Sobre gibis de super-heróis, ele se descreveu como “não muito consciente”, mas se esforçando “conscientemente para ser menos crítico e esnobe”: “é uma coisa estranha ser chamado de quadrinista alternativo, porque no início da minha carreira, eu estava conectado ao mundo dos super-heróis. Por muitos anos, não haviam convenções [para gibis que não fossem super-heróis]. Eu apareceria na WonderCon e torcia para que alguém tivesse pena de mim”. [QUADRINHOS]

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