FANTASMA, O ESPÍRITO QUE ANDA: ESCUDO TRIBAL

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Como eu comentei no Facebook e no Tumblr, ontem foi aniversário da tira do Fantasma, o Espírito que Anda: ela foi publicada pela primeira vez nos jornais americanos no dia 17/2/1936, oitenta anos atrás. Foi o início de um sucesso internacional, que contaminou até mesmo a arte tribal em Papua Nova Guiné. Quem conta essa história é Scott Niswander, do NerdSync.

É em vídeo:


Mas eu te resumo a idéia: os Waghi formam uma dessas tribos da Nova Guinea que somente foi entrar em contato com a civilização ocidental nos anos 30. Dentre os costumes anscestrais mantidos pelos Waghis está a fabricação de escudos de batalha com troncos de árvore, talhados para o tamanho de uma pessoa, e ornado com desenhos – tradicionalmente, formas geométricas:



Durante a Segunda Guerra Mundial, os Waghis mantiveram contato frequente com os soldados americanos e, mais importante para a nossa história, com os seus “care packages”: caixa de produtos sortidos que os soldados recebiam do exército. Dentre os produtos, gibis. E entre os gibis, O Fantasma.

O personagem causou uma forte impressão entre os Waghis: aqueles que sabiam ler em inglês, narravam as histórias para os demais. Foi só uma questão de tempo até eles incorporarem O Espírito que Anda nos seus escudos. As fotos são do Oobject





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