MIKE BARON: “VOCÊ NÃO DEVE USAR MAIS DO QUE 36 PALAVRAS EM UM QUADRINHO”

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Mike Baron escreveu aquelas histórias do Justiceiro que foram publicadas na Superaventuras Marvel, da Abril, na primeira metade da década de 90 e por isso nós somos gratos a ele. Daí que você esteja moralmente obrigado a ler essa entrevista que ele deu para Brigid Alverson, no CBR.

Mas o mundo é tal que agora mesmo ele está resumido a uma nova graphic novel para a editora Lion Forge, chamada de Airwolf [uma versão em quadrinhos para a série oitentista ÁGUIA DE FOGO]. O helicóptero vai enfrentar aviões da Segunda Guerra [envolve um pulso eletromagnético].

Ele também fala de coisas que, desculpa aí, são EFETIVAMENTE interessantes. Tipo a moralidade de Nexus, o personagem que ele criou com Steve Rude nos anos 80 [“ele não é o Lobo!”]. Sobre como a sua escrita mudou [“tento ser menos abertamente político. Muitas daquelas edições iniciais de Nexus eram referências óbvias ao que estava acontecendo no mundo”], inclusive narrativamente [“a ação flui da esquerda para a direita, e deve fluir de uma forma clara e lógica, os leitores devem ser capazes de vê-la fluir, então mantenha a câmera firme e faça os participantes se movimentar”; “você não deve ter mais do que 36 palavras no quadrinho”]. [QUADRINHOS]

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