DC NO CINEMA: “ESTRATÉGIA VOLTADA PARA CINEASTAS”

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Kim Masters descreveu, na The Hollywood Reporter, os problemas que a Warner enfrenta para convencer o mundo [ou ao menos os investidores certos] de que pode reproduzir com a DC o que a Disney fez com a Marvel: sete bilhões de dólares.

O principal: não tem ninguém para coordenar os DEZ filmes de super-heróis previstos [ao contrário da Marvel, que tem Kevin Feige para isso]. São cinco escritores para o filme da Mulher Maravilha, três para o do Aquaman -- que, com estréia prevista para 2018, já está dando problemas: “um dos escritores seguiu a orientação do estúdio apenas para ficar sabendo que as regras que governam o universo mudaram e o seu trabalho não era mais usável. Outro escritor está aguardando há meses enquanto o estúdio trabalha para definir a sua visão. 'Eles ainda não pensaram sobre como funciona o seu mundo, e como cada personagem encaixa'”.

A solução: “uma estratégia voltada para cineastas”: Zack Snyder, a sua esposa Debbie Snyder, Charles Roven e uma equipe de executivos da Warner e a presidente da DC Entertainment, Diane Nelson, e Geoff Johns vão ser somados a “vários cineastas que vão supervisionar os filmes individuais, comentando-se que David Ayer recebeu amplo controle creativo sobre Esquadrão Suicida”. Noutras palavras: uma estratégia que não faria Edgar Wright pular fora de Homem-Formiga.

Percebam [e lamentem] que Christopher Nolan não e mais um fator na equação, “e não vai mais estar envolvido em nada relacionado à DC depois do seu crédito como produtor executivo de Batman vs. Superman”. [QUADRINHOS] [ETCETERA]

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