FRANK MILLER: A EVOLUÇÃO

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Semana passada comentei o encerramento matador de Year of the Artist, a seção do CBR escrita por Greg Burgas no ano passado para analisar a evolução no traço de quadrinistas americanos. Hoje, vamos subir mais uma linha da lista final -- para chegar em Frank Miller.

Na primeira postagemBurgas falou de Peter Parker, the Spectacular Spider-Man #27 e Wolverine #1, de fevereiro de 1979 e setembro de 1982. A idéia por trás da escolha foi mostrar um gibi de “antes de Miller fechar um ano de carreira” e outro “imediatamente anterior ao momento em que ele começou a fazer experiências com o seu estilo”. É um estilo “utilitário com umas bordas grossas que fazem ele parecer mais gritty” e com “talento para a composição de páginas”.

A postagem dois fala de Ronin #5, de maio de 1984, o “momento em que Miller abre as suas asas artisticamente”. Miller começa a ficar abstrato e intrincado. Na terceira parte temos Elektra Lives Again, de março de 1990. É a hora que ele “tirou a fase bagunçada do seu sistema, pelo menos temporariamente, e estava pronto para ir para um tipo de arte mais concreto, de ponta, ultra-moderno/ultra-noir”.




A quarta postagem trata de Dark Horse Presents #114 e 300 #5, de outubro de 1996 e setembro de 1998. É o momento em que começa a ficar difícil de separar o “Frank Miller satírico do Frank Miller sincero”. Na postagem final, temos Fanboy #5 e The Dark Knight Strikes Again #3, de julho de 1999 e fevereiro de 2002. Burgas não tem muito a dizer sobre o segundo ["é difícil de defender", blá blá blá]; sobre o primeiro, é legal ver Miller emulando Sergio Aragonés para parodiar a sua obra mais conhecida, O Cavaleiro das Trevas:

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