HAYAO MIYAZAKI: “PREOCUPADO COM A FORMA QUE OS JOVENS JAPONESES PERDERAM O SEU SENSE OF WONDER”

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Peter Schellhase, da Imaginative Conservative, escreveu um artigo enquadrando Hayao Miyazaki no contexto do conservadorismo japonês -- interpretou a sua obra como uma denúncia ao hiper-industrializado e anti-social Japão moderno em contraste com uma visão xintoísta [que você deve reconhecer como a religião tradicional japonesa].

Para mostrar isso, Schellhase apoiou o texto em seis pontos: meio-ambiente, pacifismo, feminismo, amor e família, transformação pessoal e valores pessoais e religião -- chegando a Vidas ao Vento, último filme de Miyazaki.

Fica assim: “os espíritos que representam a natureza não são sempre bons. Eles podem estar infectados pelo mal, tanto pela exploração humana, quanto pela sua própria fraqueza e malícia”; “as personagens femininas não são objetificadas ou excessivamente sexualizadas”; “está especialmente preocupado com a forma que os jovens japoneses perderam o seu sense of wonder por morar em um mundo materialista completamente desencantado”. [ETCETERA]

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