FATALE, DE ED BRUBAKER E SEAN PHILLIPS: "EXPECTATIVAS MATAM"

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Nem todo mundo virou um fã de Fatale, a série de Ed Brubaker e Sean Phillips que acabou no ano passado [e juntou alguns prêmios Eisner de passada]. Carol Borden, do Cultural Gutter, está na lista de descontentes. A prova é essa resenha, que fala sobre a série e o próprio papel das femme fatales nas histórias noir.

O problema, no entanto, foram as expectativas: Borden imaginava que a série se concentraria mais em Jô, a femme fatale que deu origem à série. De resto, “Fatale é um gibi excelente. Tem um bom ritmo e uma boa trama. Foi desenhado de forma bela e bem pensada. Está incrivelmente bem desenhado. Combina noir e terror de um jeito inteligente”. [QUADRINHOS]

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