CAPITÃO AMÉRICA, THOR E HOMEM DE FERRO: VINGADORES EM NOVOS RUMOS. DE NOVO.

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O Capitão América não foi o único vingador que ganhou uma reformulação em seu título no final do ano passado/início desse ano: o Homem de Ferro e o Thor também ganharam novos horizontes — além, é claro, de reluzentes números 1 na capa. Oliver Sava, do AV Club, leu e resenhou All-New Captain America #1 [Rick Remender e Stuart Immonen], Superior Iron Man #1 [Tom Taylor, de Injustice: Gods Among Us, e Yildiray Çinar] e Thor #2 [ainda nas mãos de Jason Aaron que ganhou a companhia de Russell Dauterman] para nos dizer o que esperar de tudo isso.

Steve Rogers “perdeu” o soro do super-soldado e o Capitão América agora é Sam Wilson, o herói negro anteriormente conhecido como Falcão. Thor, graça ao “medíocre” crossover Original Sin, agora é uma mulher. E o Homem de Ferro, graças a “outro evento medíocre, Axis”, ficou ainda mais “asshole”: o Superior do título não é uma coincidência, mas uma referencia ao Superior Spider-Man e Dan Slott.

Claro que tudo isso é perfumaria e o mais importante é tentar descobrir se as histórias, no final das contas, prestam ou não.  “A primeira edição de All-New Captain America”, disse Sava, “é dedicada quase que totalmente a uma cena de açao longa e belamente ilustrada pela nova equipe artística, formada pelo desenhista Stuart Immonen, arte-finalista Wade Von Grawbadger, e pelos coloristas Marte Gracia e Eduardo Navarro”. Thor #2, a primeira edição em que a Thor aparece para valer, é mais um passo na história épica que Aaron está costurando -- e que exige um artista que consiga “capturar a sensação de escala", assumindo a Marvel um risco "ao entregar essa responsabilidade um artista que ainda é novo na indústria dos quadrinhos”. 

Por enquanto, tudo certo: “a influencia de Olivier Copiel na arte de Dauterman faz dele uma peça que encaixa no mundo de Thor”, que ainda ganha “um acréscimo de elementos art nouveau que trazem um toque feminino”. Já Superior Iron Man, com uma trama que envolve um app criado por Stark para fazer um upgrade nos seus próprios usuários [por um preço, é claro], como um Extremis prét-à-porter, combina “ficção científica super-heróica e comentário político”. [QUADRINHOS]

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