BRIAN K. VAUGHAN: “TENTEI COPIAR PREACHER”

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Marc Buxton foi à New York Comic Con e viu Ben Blacker conversar com Brian K. Vaughan [de Saga]. Voltou com um resumo para o CBR.

De cara, Vaughan já começou a apresentação de parabéns, citando Kurt Vonnegut como a origem de sua tática para apresentar personagens e o universo da história ao mesmo tempo em sua primeira edição de Saga: “Gosto da regra de Vonnegut de não enganar o leitor. Dê para eles a maior quantidade de informação possível logo no início”.

Enquanto estava entre Blacker e Vaughan, a conversa foi de Saga para Y: O Último Homem; daí para Runaways [fio condutor: escrever histórias sobre ter filhos] e, finalmente, para Ex Machina [“veio de passar pelo 11 de setembro em Nova Iorque. Tudo é uma forma barata de terapia”].

O fluxo da conversa se tornou mais anárquico quando a sua condução passou para o público. Vaughan foi da adaptação de Y para o cinema [está longe] à pareceria com Fiona Staple [a desenhista de Saga]. De escrever histórias acessíveis [falando especificamente sobre Y: “tentei copiar Preacher”] à sua “origem como quadrinista profissional” [“a Marvel tinha criado uma linha de montagem onde um escritor fazia uma trama resumida, que era desenhada por um artista e entregue para outro escritor colocar os diálogos”]. Estacionou em The Private Eye, a sua série on-line desenhada por Marcos Martín [QUADRINHOS]

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