ALAN MOORE E O CAVALEIRO DAS TREVAS, DE FRANK MILLER: “MITO E LENDA”

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Fevereiro de 1986. É a data de publicação da primeira edição da minissérie que mudou o Batman para sempre -- O Cavaleiro das Trevas, de Frank Miller, Klaus Janson e Lynn Varley e aquela capa foderosa com a silhueta do homem-morcego sendo iluminada por um raio. Naquela época, Miller e Alan Moore ainda deviam ser bons amigos. Daí essa introdução que o mago inglês escreveu para o primeiro trade paperback com a série completa, publicado ainda naquele ano.

Moore descreve a minissérie como a adaptação necessária nos super-heróis de sempre, para adequá-los ao cinismo [a palavra é minha] moderno. Não deve ter custado muito esforço para escrever elogios. Os principais vão para o tratamento dado ao personagem principal, que mistura as facetas “altruísta preocupado” e “psicopata movido a vingança” em uma personalidade “maior e produzida de forma persuasiva”, e o subtexto recheado de “mito e lenda”. [MEMÓRIA]

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