R. F. LUCCHETTI: A MÁQUINA

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R. F. Lucchetti, que tá escrevendo livros de terror pulp no Brasil há 60 anos [já são 1547, contando aqueles que escreveu usando pseudônimo] entrou na espiral da fama na Internet e acabou entrevistado por Simon Romero, do New York Times. O resultado foi um perfil publicado no caderno de sábado do jornal, que chama o cara de "herói cult".

Lucchetti começou a escrever nos anos 60, depois que a mecânica da qual ele era dono foi a falência e teve seu auge nos anos 70 e 80, ganhando setenta dólares por livro e usando “uma série de pseudônimos para dar a entender às pessoas que estavam lendo traduções de livros de escritores estrangeiros”. Romero chama ele de "Herói cult" e "fábrica humana de pulp-fiction". O brasileiro, atualmente com 84 anos e morando em Jardinópolis, no interior de São Paulo, certamente concorda com a parte do"fábrica": o próprio diz que o seu foco era a produção, “parecida com uma linha de montagem, onde o volume é priorizado acima de tudo” [exemplo: “odeio histórias de faroeste, por isso que só escrevi 60”]. [ETCETERA]

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