MULTIVERSITY, DE GRANT MORRISON E IVAN REIS: “ERA MELHOR NA ERA DE PRATA”

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Ken Parille, o editor do The Daniel Clowes Reader, usou a sua coluna no The Comics Journal para examiner “cinco gibis recentes que não funcionaram”. Na pauta: Seconds, o novo gibi de Bryan Lee O’Malley [de Scott Pilgrim]; Bone White, Blood Red, história curta de Rachel Deering e Moreno Dinisio, publicada na antologia  Vertigo Quarterly: CMYK; Ragnarok #1, com Walter Simonson desenhando Thor de novo [agora, o mitológico]; Life with Archie: Death of an Icon, a Life Celebrated, de Paul Kupperberg; e Multiversity #1, de Grant Morrison e Ivan Reis.

Esse último foi um dos mais judiados: “com referências a várias histórias anteriores [diversas delas do próprio Grant Morrison], diversas delas parecem mais product placement do que fabricação de significados intertextuais”; “as bizarrices da Era de Prata que Morrison tenta invocar eram feitas de um jeito muito melhor na Era de Prata”.

Como nem tudo nessa vida é desespero e Parille, no final das contas, gosta de quadrinhos, a coluna termina com recomendações: Sgt. Rock [Is Going to Help Me], a música da banda XTC, e Catalyst Comics, o gibi de Joe Casey [que, aliás, tem capas de Rafael Grampá], um Multiversity que funciona. [QUADRINHOS]

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