CHARLES BURNS: "MEU PAI ME TROUXE UMAS HQS DE TINTIM. FOI A PRIMEIRA COISA QUE EU PERCEBI QUE ERA MINHA"

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A The New Yorker, através de Françoise Mouly e Mina Kaneko, colocou as mãos em algumas páginas de Sugar Skull. É a última edição da trilogia onírico-tintinesca que Charles Burns iniciou com X’ed Out, em 2010 [The Hive, de 2012, está entre eles]. Burns ainda trocou umas palavras com a revista.

Disse, basicamente, duas coisas: que o projeto sempre teve esse formato, três gibis meio auto-contidos, mas que contam uma história [“concebi a hq como três separadas, mesmo que eles contem uma história completa”], inspirados em Tintim, o clássico quadrinho europeu de Hergé[QUADRINHOS]

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