A MULHER MARAVILHA, POR WILLIAM MOULTON MARSTON: "PROPAGANDA PSICOLÓGICA PARA O NOVO TIPO DE MULHER QUE, EU ACREDITO, DEVE COMANDAR O MUNDO"

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Aproveitando o gancho da participação do personagem em Batman e Superman: Alvorecer da Justiça, Jill Lepore escreveu um artigo na The New Yorker sobre a Mulher Maravilha. Tratou do personagem, “fruto de uma utopia feminista, inspirado por Margaret Sanger e idéias de amor livre”, do seu criador, William Moulton Marston, as suas esposas Elizabeth Holloway Marston e Olive Byrne, e o contexto disso tudo.

Marston, diz Lepore, foi “profundamente influenciado pelas sufragistas do início do século vinte, por feministas, defensoras do controle de natalidade e por Margaret Sanger, que, escondida do mundo, era parte da família Marston”. Como o próprio Marston diz, “a Mulher Maravilha é propaganda psicológica para o novo tipo de mulher que, eu acredito, deve comandar o mundo”. [QUADRINHOS] 

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