JIM STARLIN: "TRANSFORMEI WARLOCK EM UM ESQUIZOFRÊNICO PARANÓICO SUICIDA"

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Jim Starlin voltou à Marvel para mais uma minissérie Infinita. O encanto não durou muito tempo, mas foi o suficiente para ele ser entrevistado por Zack Smith, do Newsarama, para falar sobre Warlock e os seus gibis “surreais, existenciais e, bom, cósmicos” dos anos 70.

A entrevista foi em duas partes. Na primeira, Starlin falou a criação dos personagens [desmentiu que Thanos seja uma simples cópia de Darkseid: “originalmente, o Thanos era mais parecido com o Metron. Com o passar dos ano, a história ficou que Thanos é só uma cópia de Darkseid, mas isso não é verdade”], o Warlock e o Capitão Marvel antes de que ele pudesse colocar as suas mãos neles [“Roy Thomas queria fazer um Jesus Cristo Superstar em versão Marvel Comics”] e, então, o que quis fazer deles [“transformei o Capitão Marvel de um guerreiro para um personagem messiânico, ou pelo menos um personagem místico com consciência cósmica”; “em vez de um messias, transformei Warlock em um esquizofrênico paranoico suicida”; “cresci em uma escola muito católica, Warlock foi um jeito de tentar entender isso”].

Na segunda, Starlin comentou a sua influência para o estilo visual da série [a série britânica The Prisoner, protagonizada por Patrick McGoohan: “era muito surreal, muito absurdo, mas tratava de temas sérios”], Gamora e o encerramento de sua história com Warlock [“tive sérios problemas com Gerry Conway na sua primeira semana no escritório. Sai da Marvel e não voltei até a chegada de Archie Goodwin, encontrei ele em uma festa e ele disse “porque você não volta e termina a história de Warlock”]. [NFN DIÁRIO]

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