WOLVERINE, IMORTAL, DE JAMES MANGOLD: “EVITAR O VÍCIO PELA LEMBRANÇA DA DOENÇA”

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Pedro Augusto, na revista Vila Nova, resenhou Wolverine: Imortal, o filme de James Mangold que estreou no ano passado e foi ligeiramente inspirado na minissérie Eu, Wolverine, de Chris Claremont e Frank Miller.

Augusto, que curtiu o filme, passou pelos tópicos resenhísticos habituais: a ênfase no conflito pessoal, e não na ação desenfreada, um Logan animalizado que logo no início do filme se identifica com um urso e A CURA PELO AMOR -- ele se recupera ao encontrar Mariko, A Bela e a Fera-style.

É nessa parte que ele nos faz o favor de citar Chesterton: “Essa experiência de Wolverine lembra bastante as palavras de Chesterton sobre a ética que se ancora em sentimentos inferiores quando comparada àquela que se eleva à objetivos mais sublimes: “um Jovem pode evitar o vício pela lembrança contínua da doença. Pode evitá-lo também pela lembrança contínua da virgem Maria. Pode haver dúvidas sobre qual método é o mais razoável, ou mesmo qual é o mais eficiente. Mas certamente não pode haver dúvidas sobre qual é o mais saudável'”. [NFN DIÁRIO] 

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