MICHEL FIFFE, SOBRE COPRA: SUICIDE SQUAD, VERSÃO ALAN MOORE E KYLE BAKER

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Michel Fiffe passou o último ano escrevendo, desenhando, editando e distribuindo Copra, uma homenagem independente e de produção artesanal ao Suicide Squad noventista de John Ostrander. Depois de doze edições, tirou dois meses de férias e foi entrevistado por Chris Sims, do Comics Alliance.

A homenagem é descarada e intencional: Fiffe disse que a sua intenção era abordar Suicide Squad do jeito que Frank Miller fez com Batman, o que “Alan Moore fez na maioria das coisas que ele fez”: “reestruturar ou recontextualizar as coisas, reduzindo-as à sua essência”.

No traço, o objetivo era ser VELOZ: as influências são Kyle Baker [“pela economia e a velocidade”], Norm Breyfogle [“ele utiliza diversas técnicas, talvez para afastar a chatice, mas também para cumprir prazos”] e as suas referências habituais, Jaime Hernandez, Walt Simonson, Jose Luis García-López, Jorge Zaffino e Klaus Janson [“ele é tipo um deus para mim”]. [NFN DIÁRIO]  

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