KRAZY KAT, DE GEORGE HERRIMAN: PONTO DE PARTIDA, T. S. ELIOT

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O Hooded Utilitarian organizou um debate sobre Krazy Kat, a clássica tira de George Herriman. O pretexto foi a conclusão, pela Fantagraphics, da publicação da Krazy & Ignatz Library. E o melhor dos artigos foi esse, de Adrielle Mitchell.

Partindo de um ensaio de T. S. Eliot [Tradition and the Individual Talent, sobre a relação entre uma nova obra e aquelas que as antecedem e sucedem; aliás, Eliot parece uma constante na crítica ao gato maluco], o que por si só é uma mostra de CREDIBILIDADE CRÍTICA, Mitchell descompôs e analisou esta tira, publicada em 28/1/1922:


Ela reflete “o mundo de Krazy Kat em miniatura, um exemplo quase perfeito do talento pictórico e linguístico de Herriman”. O objetivo é ver se, nos termos propostos por Eliot, o trabalho de Herriman é “substancial o suficiente para mudar a nossa percepção dos quadrinhos como meio, assim como a nossa interpretação das outras obras do cânon”. Te mete. [NFN DIÁRIO]

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