DANIEL CLOWES: EXPOSTO, CRITICADO

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A-J Aronstein, de Chicago como Chris Ware e Daniel Clowes, escreveu um artigo no Los Angeles Review of Books sobre a APRECIAÇÃO CRÍTICA recente ao trabalho desse.

O FUNDAMENTO são a exposição sobre a sua obra no Oakland Museum of Califórnia, no MCA in Chicago de Chicago, além da recente publicação de The Daniel Clowes Reader, coletânea de ensaios organizada por Ken Parille, e The Art of Daniel Clowes: Modern Cartoonist, editado por Alvin Buenaventura.

Com base na exposição, Aronstein afirmou que os gibis estão se tornando uma forma artística seriona – e que essa evolução se concentrou, em grande parte, em reconhecer o trabalho que dá a sua produção: “os desenhos originais de Clowes revelam diversas revisões, correções meticulosas, cortes, falhas, e segundas (e terceiras) tentativas. Terminar um gibi exige múltiplas camadas de intervenções tecnológicas. Apenas na página, na publicação, e na tela nós vemos o que é o produto final – retocado, com a colorização colorida, suavizado e com novas camadas”.

Sobre os livros, Aronstein destacou a sua MASSIVIDADE: 600 páginas no total, “abrumadoras e frequentemente desorientadoras”. A crítica tem por objeto principal o livro de Parille: “o resultado é um amplo espectro de material que fornece uma certa compreensão de tirar o fôlego”. [NFN DIÁRIO]

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