THE DEATH RAY, DE DANIEL CLOWES: “UM CARA MAIS VELHO FASCINADO COM A IDEIA, E COM A IMPOSSIBILIDADE, DE SER UM CARA MAIS VELHO”

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Noah Berlatsky, do Hooded Utilitarian, resenhou The Death Ray, “o melhor gibi de Daniel Clowes [+]”.

Berlatsky vê o gibi como uma paródia das hqs de super-heróis. O que isso tem de sofisticado é o nível: Clowes, com as suas histórias, “insiste em dizer que ele é um adulto, uma insistência (como ele certamente sabe) que é infantil. Ele é um cara mais velho que é fascinado com a ideia, e com a impossibilidade, de ser um cara mais velho”.

Isso se traduz, em The Death Ray, em uma história na qual o protagonista, “Andy, ganha super-poderes fumando cigarros, uma referência óbvia a querer parecer mais velho. O resto da história é construída ao redor do como seriam as histórias de super-heróis de verdade, enquanto Clowes, de forma familiar, usa o gênero para destacar a sua própria distância madura dele”. [NFN DIÁRIO]

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