CAPTAIN AMERICA, DE RICK REMENDER E JOHN ROMITA JR.: “UMA MISTURA DE A ESTRADA COM A FASE SETENTISTA DE JACK KIRBY”

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Acabou o primeiro arco da série Captain America [+] pós-Marvel Now!, entregue a Rick Remender [+] [Uncanny Avengers [+], Uncanny X-Force [+]] e John Romita Jr. [+] [que passou pelas mãos de uma equipe espetacular de arte-finalistas: Klaus Janson [+] e Tom Palmer, fora a colorização de Dean White [+]]. E a última edição da saga, que tem o personagem-título imerso em uma dimensão alternativa distópica de vibe ficção-científica pulp e controlada por Armin Zola [“a consciência de cientista nazista em um corpo de robô”, veja só], foi resenhada por Oliver Sava, no AV Club.

Diz Sava que Remender levou o Capitão América para longe do seu ambiente dos últimos oito anos [a “parte aventura super-heróica, parte thriller de espionagem internacional”, com “ênfase no soldado e não no super” da fase de Ed Brubaker [+]], mas que a principal mudança de direção veio pela “nova responsabilidade assumida por Steve quando ele rouba um dos filhos de proveta de Zola. Durante os seus 12 anos na Dimensão Z, Steve cria Ian Zola como o seu próprio filho”, em uma relação que “transformou a série em uma mistura de A Estrada”, o livro de Cormac McCarthy, “e a fase dos anos 70 da revista Captain America, de Jack Kirby [+]”. [NFN DIÁRIO]

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