ALAN MOORE COMO FRAUDE À SEGURIDADE SOCIAL, PARTE 2: UM HOMEM DE PRINCÍPIOS

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Quase esqueci: Enrique Rios, no Zona Negativa, deu sequência à sua série de artigos sobre a carreira de Alan Moore [+]. Depois do primeiro, que vai até o final da década de 80, esse se dedica aos anos 90 – uma época de problemas, na qual Moore construiu parte de sua fama de ermitão.

Rios explica que, depois de desenvolver um “ódio visceral” em relação à Marvel por problemas com Marvelman/Miracleman, Moore abandonou a DC por discordar de sua política de classificação etária para as suas publicações [“Karen Berger [+] ligou para Moore para perguntar o que poderia fazer para que ele voltasse, e ele disse que nada, porque não queria usar a sua volta como mercadoria para que a DC modificasse as suas políticas, porque essa era a atitude da DC e ele não queria ser assim”].

Explica Rios que Moore é um “homem de princípios” e que pensava “que a DC era livre para definir qualquer política de classificação de idades que quisesse, da mesma forma que ele era livre para trabalhar onde quisesse”. E à criação do sistema somou-se a demissão de Marv Wolfman [+] [precisamente por ter se oposto à classificação] e o rolo todo que seguiu à publicação de Watchmen [+] [os direitos não reverteram em favor de Moore e Dave Gibbons [+], como esses pretendiam; e nenhum dos dois recebeu nada pelo merchandising da série]. [NFN DIÁRIO]

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