WOLVERINE: IMORTAL, DE JAMES MANGOLD: "UM EASTERN WESTERN"

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Amanhã estreia Wolverine: Imortal [+], novo filme do mutante canadense, agora dirigido por James Mangold [+] -- uma tentativa da Fox de recuperar a franquia, depois do terrível  Wolverine: Origens, que conta com Hugh Jackman interpretando o personagem pela sexta vez.

Wolverine: Imortal, inicialmente um projeto de Darren Aronofsky [+], leva o canadense furioso da Marvel para o Japão, e introduz na continuidade mutante cinematográfica os personagens do Clã Yashida: o filme buscou DICAS DE FUNCIONAMENTO na conhecida minissérie do personagem, Eu, Wolverine, de Chris Claremont [+] e Frank Miller [+].

A recepção crítica até o momento é TÍBIA: são poucas as resenhas, a maioria delas escritas no piloto automático. Esse é o lado ruim, e você pode conferi-lo no Metacritic. O lado bom é que a melhor das resenhas, a de Peter Debruge, para a Variety, é POSITIVA e FUNDAMENTADA. Debruge compara o filme, que tem a sua primeira cena de ação aos 40 minutos de projeção, com episódios stand-alone de séries como Sopranos e Breaking Bad: não fazem a trama avançar aparentemente, mas "aprofundam o nosso entendimento sobre os protagonistas" da série.

Sobre o trabalho de Mangold, Debruge comenta "o roteiro elegante e a sensacional trilha com referências culturais cruzadas de Marco Beltrami", e as referências positivas: vão de Yojimbo, o clássico de Akira Kurosawa, a Os Diamantes São Eternos, o quarto filme do 007 [ainda protagonizado por Sean Connery] e passam por "convencer Jackman a canalizar parte da clássica atitude de Clint Eastwood".

Diz Debruge: "a ideia de Mangold era claramente fazer um Western no leste, ambientado no Japão e com adversários que usam espadas samurai, mas no qual o herói é motivado por bravura". [NFN 100MG]

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