QUADRINHOS AMERICANOS PRA BRASILEIRO LER NO JAPÃO: NFN MULTICULTURALISTA


[NFN DIÁRIO #235]                                        * * *                                                [20/5/2013]

Tu aí achando que os FORMATINHOS DA ABRIL eram dureza: Sandro Hojo, no site do Dinamo Studio [que faz o ARGCast], explicou como foi ser um fã de quadrinhos americanos no Japão da década de 90. Vou te dizer que o cara teve sorte: não precisou ler um monte de gibi COMPLICADO da época.

- Mas no Japão não tinha algo do tipo “banca de jornal”?

Diferente do Brasil, não havia bancas espalhadas em cada esquina. Havia livrarias (fodásticamente sensacionais) que tinham de tudo menos quadrinhos americanos. Bem… Mesmo que tivesse, meu tradutor cerebral não estava atualizado ainda.

- POXA! Mas não tinha como alguém mandar essas coisas pra você?

Nem compen$aria… Mas havia uma ponta de esperança: depois de 1 ano descobri que existiam vans cheias de produtos nacionais. Pirataria ao extremo, na cara-dura. E nessas vans tínhamos de tudo: de feijão à CDs de música; de roupas às fitas VHS com programas gravados da TV brasileira (tinha desde FANTÁSTICO até novelas). Ah! E é claro, revistas como VEJA, CONTIGO etc… E QUADRINHOS!!! Mas minha alegria não era completa… Vinha bastante TURMA DA MÔNICA e DISNEY! E muito pouco de gibis de super-heróis! Pra quem coleciona gibis de super-heróis, sabe a importância da frase “continua no próximo número”.

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