ROGER EBERT, SOBRE CIDADE DAS SOMBRAS: "FEZ O QUE MATRIX QUERIA, ANTES E COM MAIS SENTIMENTOS"



[NFN 100MG #49]                                         * * *                                                  [11/4/2013]

Se você curte minimamente esse negócio de CRÍTICA CULTURAL ou segue o NFN no TWITTER e no FACEBOOK [como se esses não fossem GRUPOS SOBREPOSTOS, *cof cof*], deve ter TOMADO CONHECIMENTO de que Roger Ebert, o homem que ajudou a moldar isso que você entende agora mesmo por RESENHISMO CINEMATOGRÁFICO, morreu na última quinta-feira.

Não vou te dar links para OBITUÁRIOS ou MINI-BIOGRAFIAS, mas para um CASO CONCRETO de RESENHISMO EBERTIANO, a análise de um filme CULT, de ficção científica e de potencial nerd: Cidade das Sombras, de 1998, o segundo filme do egípcio Alex Proyas [sendo o primeiro a adaptação da hq O Corvo, filme mais conhecido por ser aquele em que Brandon Lee, o filho do Bruce, morreu], protagonizado por Rufus Sewell, Jennifer Connelly e Kiefer Sutherland. 

Cidade das Sombras foi recebido pela crítica em geral com uma empolgação digna de um COPO DE ÁGUA MORNA. Ebert, no entanto, o incluiu na lista de melhores do ano e, em 2005, lhe dedicou um artigo da série GREAT MOVIES -- confio em sua capacidade interpretativa. 



Gravou, ainda, a faixa de comentários do DVD do filme DUAS VEZES: uma para o seu lançamento do DVD original, outra para o director's cut, em 2006. Um pequeno trecho primeira faixa está no YouTube. É o vídeo que vai no final da postagem, revelador, no que a ABORDAGEM OBSESSIVA se refere.

É como uma versão ficção-científica de Réquiem para um Sonho.
Só que as seringas são mais SINISTRAS.

O objetivo disso tudo é fazer uma homenagem pela via da identificação: o TENTE NÃO SER UM NERD TARJA PRETA POR UM SEGUNDO de hoje [a SOLENIDADE da ocasião exige que a seção seja tratada pelo seu NOME COMPLETO] mostra o lado NERD BABÔNICO de Ebert, um crítico renomado capaz de assistir TROCENTAS vezes um filme do qual gostava. Se você está aqui, espero que consiga SE VER nisso. Eu, pelo menos, consigo.


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