"A FILOSOFIAS CONTRASTANTES DOS PERSONAGENS SE ALINHAM COM AS VIRTUDES DE SEUS ESCRITORES"

[NFN DIÁRIO #148]                                        * * *                                                [4/1/2013]

Vingativos DOIS, o gibi: Oliver Sava, do AV Club, resenhou Avengers [+] #2, de Jonathan Hickman [+] e Jerome Opeña [+]. Comparando a série com Uncanny Avengers [+] [de Rick Remender [+] e John Cassaday [+]], Sala comentou:

Quando eles começam a expandir os Vingadores, Tony Stark explica para Steve Rogers a diferença na forma em que eles abordam a formação da equipe. "Você vai ver isso como um estado de espírito", Tony diz. "Uma atitude a ser adotada e espalhada aos outros através de palavras que levam a ações". Essa atitude é clara em como Steve é retratado em Uncanny Avengers, construindo uma equipe que vai ajudar o público a aceitar os mutantes ao conectá-los à ideologia mais popular dos Vingadores. Steve brinca que Tony vê a nova equipe como um problema matemático, mas é corrigido por Tony, "um de engenharia, na verdade -- nós estamos demolindo o que nós tínhamos e construindo uma nova máquina para conquistar objetivos ampliados". As filosofias contrastantes dos personagens se alinham com as virtudes de seus respectivos escritores: o escritor de Uncanny Avengers, Rick Remender, se destaca quando explora os dilemas internos enfrentados pelos super-heróis, enquanto que Hickman é um mestre da engenharia super-heroica, pegando as características principais de cada herói e aplicando elas de novas formas.

Sobre Opeña:

O trabalho de Jerome Opeña em Uncanny X-Force [+] firmou ele como um dos talentos artísticos mais empolgantes da indústria, combinando combinando os melhores elementos de criadores como Leinil Yu, Steve McNiven, e Bryan Hitch em um estilo que é detalhado e realista, mas nunca engessado. Ele também não é o desenhista mais rápido, então dar a ele apenas três edições para ilustrar é uma forma inteligente de garantir que o gibi vai ser publicado em tempo, sem perder a qualidade. Opeña vai revezar o lado artístico com Adam Kubert e Dustin Weaver, dois artistas que se encaixam em uma forma mais tradicional de super-heróis, mas começar a série com Opeña estabelece uma linguagem visual para esse gibi que vai ser, se espera, carregada pelo resto da equipe artística (essa foi, essencialmente, a forma na qual Opeña trabalhou em Uncanny X-Force, revezando a parte artística, mas voltando para desenhar as edições mais importantes).

                  

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