DETECTIVE COMICS: GRANDE, CHAMATIVA E CINEMÁTICA


[NFN DIÁRIO #135]                                         * * *                                                  [12/12/2012]

Jordi Molinari, no Zona Negativa, resenhou/repassou a atual fase de Detective Comics [+], agora com John Layman [+] [da premiada Chew] no roteiro e Jason Fabok [+] no lápis. Você já leu alguns elogios à primeira edição da dupla por aqui. É hora de contextualizá-los [eufemismo para "DESCARTE PARCIAL"]: conforme Molinari explicou, Jason Fabok deve muito a DAVID FINCH, e uma das obras mais influentes que leu, BATMAN: SILÊNCIO, de Jeph Loeb e Jim Lee. 

Sobre as palavras que usaria para descrever a série, além das habituais "grande" e "chamativa", acrescentaria o adjetivo "cinemático". Com um background pessoal em filmes e séries animadas, Fabok tenta levar essa forma visual de histórias aos quadrinhos. Sobre as suas influências, além de, obviamente, David Finch, também menciona a Jim Lee, Lee Bermejo, Ivan Reis e Gary Frank entre muitos outros, artistas que usam muito o preto, com personagens de aspecto heroico e designs colossais. Sobre como foi ajudado e influenciado por David Finch, Jason explica que ele é um mentor e um amigo, e que o incluiu pessoalmente em seu “David Finch Super Intense Boot-camp of Comics”, e como lhe ajudou a melhorar e poder entrar em um mundo tão competitivo como o dos quadrinhos americanos. Diz que jamais poderá agradecer-lhe de forma suficiente por toda a dedicação e por toda a ajuda, e que não se esconde na hora de reconhecer que David Finch é a sua maior influência na forma de desenhar, mas reconhece que está compeçando a criar um estilo próprio. Sobre a obra que fez ele se dedicar aos quadrinhos, foi Batman: Silêncio, desenhada por Jim Lee. 

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