[NFN#119] No The Hooded Utilitarian, Robert Staney Martin resenhou Marvel Comics: The Untold Story [+], o livro de Sean Howe [+].

[…] o material pós-anos 60 é muito divertido, e de certo jeito tão valioso quanto o capítulo de abertura do livro. As travessuras dos jovens artistas da era dos 70, diversos dos quais usuários de drogas recreacionais, são bastante hilárias. Existem várias histórias malucas, como a fez que um fã irado, aflito com a aparentemente morte do Pato Howard, enviou a carcaça de um pato para os escritórios da Marvel. As histórias das disputas internas do escritório também são boas (a minha favorita é o incidente no qual o editor-chefe Len Wein teve que ser contido para não dar um soco em Al Landau, o presidente da empresa durante a metade dos anos 70). As excelentes anedotas e os perfis pessoais continuam até os dias de hoje.

Parte do interesse do link está na repercussão da resenha próprios comentários: Martin foi crítico a uma passagem do livro que atribuiria a morte de um dos artistas da Marvel à sua política editorial [literalmente, “o esforço passivo-agressivo de culpar a Marvel pela morte do artista Gene Day é repugnante”]. O próprio Sean Howe apareceu nos comentários para defendê-la [a passagem, não a morte ou a política editorial: “Não culpo a Marvel pela morte de Day. Cito o elogio funerário escrita por Doug Moench, que menciona a irregularidade do seu sono, cigarros, cafeína e falta de exercícios. Então eu observo que algumas pessoas atribuem a culpa à Marvel, apesar dos fatos” e “o motivo pelo qual é importante falar sobre a controvérsia sobre a morte de Gene Day é que ela faz parte de uma crescente de problemas que a Marvel teve em suas relações públicas com o resto da comunidade/indústria dos quadrinhos”]. 

Jeet Heer, ainda, apareceu para dar os seus pitacos.

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