NFN#15: BUM BUM BUM BUM BUM BUM BUM


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A Internet foi criada para que John Cheese pudesse escrever essa lista. O link te leva para o Cracked.

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Já saiu o Before Watchmen: Silk Spectre #1, por Darwyn Cooke e Amanda Conner. Não recebeu nem de longe a mesma repercussão do BW: Minutemen. Jake Baumgart, para o Newsarama, pelo menos foi descritivo o suficiente para dar uma ideia da direção dos tiros:

"É a perspectiva que Conner traz que realmente faz a edição convencer. Os criadores não estão contando a origem dos personagens ou fazendo acréscimos realistas à série clássica. Em vez diz, Cooke e Conner estão construindo uma parte separada da vida da jovem Jupiter que não estava retratada no material que serviu de fonte. Isso não apenas impede que eles pisem nos vários calos extra-sensíveis de Alan Moore, mas também dá a eles espaço criativo para trabalhar". 


"A arte interna é realmente impressionante em alguns níveis. Primeiro, Conner rende homenagem a Gibbons, usando uma estrutura de página similar, baseada nas variações de três por três quadrinhos iguais".

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No Sequart, Forrest Helvie resenhou Asterios Polyp [de David Mazzucchelli]. Tenho apenas uma coisa a dizer sobre isso: não me interessa o que você achou da resenha, leia Asterios Polyp.

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Chipp Kidd foi entrevistado por Casey Burchby, para o Publishers Weekly, a troco do lançamento do seu Batman: Death by Design. Muito embora Chipp Kidd tenha credibilidade nas ruas por ter feito o design das capas de livros de  James Ellroy e Cormac McCarthy, adianto pra vocês que as resenhas publicadas apontam para MEIA-BOQUISMO.

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O cancelamento de Life In Hell, tira para jornais de Matt Groening, foi anunciado ontem, o que significa que hoje nós temos alguma repercussão: para o Comics Beat, Todd Allen ajuda a entender o contexto em que o cancelamento ocorreu; e na Rolling Stone tem uma entrevista de Richard Geher com o próprio Matt Groening.

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Greg Burgas analisou, em sua coluna do CBR, a primeira página de X-Men #57 [de Neal Adams, que não durou nem um ano no título -- cancelado por vender menos de dois milhões de exemplares por mês]. 

Faça você mesmo a comparação para entender o que significou Neal Adams para os quadrinhos no final da década de 60. Em cima, você tem a última página de X-Men #55, a última que não foi desenhada por Neal Adams [é do esquecível Werner Roth, que desenho grande parte das edições da série até então]. Logo depois, a do link pro CBR.

Uma vez eu passei um dia vendo a grama crescer.
Foi mais ou menos assim.
Se você não consegue ver a diferença, comece a pensar
na possibilidade de que você seja o Ray Charles.

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Sharayah Read resenhou, para o Comics Forge, Lost Dogs, série indie [foi publicada pela Top Shelf] de Jeff Lemire, que está atualmente em evidência pelo seu trabalho em Animal Man para a DC.

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