NFN#14

Faz uns trinta anos que Stan Lee não acerta uma [ao menos criativamente falando], como você pode ver nessa matéria do Hero Complex, mas os chineses acreditam que isso é uma oportunidade de negócios. Agora você já sabe que eles aplicam ao futebol a mesma lógica que a todos os outros negócios.

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O box blue-ray da trilogia do Homem Sem Nome está a venda na Amazon por US$ 29,90 [mais impostos e gastos de envio]. Eu sou um pai pra vocês.

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No trocadilho mais feito do dia, Matt Groening acabou com A Vida no Inferno [a sua tirinha, em publicação há 32 anos]. O trabalho pelo qual ele merece todo o crédito foi, assim, cancelado.

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No The Hooded Utilitarian, Ng Suat Tong resenhou The House on the Borderland, adaptação de Richard Corben para o livro de William Hope Hodgson. Ou, como diz a resenha, "talvez seja melhor ver a HQ não como uma adaptação no sentido mais puro da palavra, mas como uma combinação de adaptação e homenagem, comparável à saúde da ficção de fãs e profissionais que brotou em torno dos Mitos de Cthulhu (...)". Então tem isso também.

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Quanto uma recoloração pode estragar um desenho? As evidências coletadas por Rob Steibel, no Kirby Dinamics, apontam para "bastante". 

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Análise do Monstro do Pântano de Alan Moore. É de Hannah Means-Shannon, para Sequart. Envolve magia verde e misticismo-pagão medieval. 

E maconha. Provavelmente mais maconha do que qualquer outra coisa.
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Colin Smith resenhou Spider-Men, de Brian Michael Bendis e Sara Pichelli, crossover entre o Homem-Aranha do Universo Ultimate [Mike Morales] e o Homem-Aranha "normal" [Peter Parker], no Too Busy Thinking About My Comics. "O resultado é uma HQ que é insultuosamente letárgica. Eventos que não são apenas totalmente irrelevante para a história, mas ativamente antitética ao seu sentido, arrastadas enquanto o leitor espera que a história, ao invés da trama, pegar no tranco". 

Então a grande notícia é que ela é igual a toda história escrita pelo Bendis em sua vida.

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No Comics Without Frontiers, uma resenha sobre o Unknown Soldier, de Joshua Dysart e Alberto Ponticell. O ponto de partida é que a série passou desapercebida na época de sua publicação, e, bom, eu não percebi mesmo.

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E para alegrar o decorador dentro de você, toma aí uma seleção de 22 pesos de livros. É do Now That's Nifffy.

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